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O assassinato de Charlie Kirk: Deep State e conspiração israelense, em meio a crise no FBI

O assassinato do polêmico ativista conservador e aliado de Trump, Charlie Kirk, lançou a cena política dos EUA em mais uma espiral de suspeitas, polarização e guerra de narrativas. O caso, na verdade, está longe de ser esclarecido. Considere-se o seguinte:


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1. Foram encontradas evidências de DNA em uma toalha "que estava enrolada no fuzil apontado como sendo a possível arma do crime", porém os detalhes referentes aos procedimentos de coleta de evidências — a cadeia de custódia das provas, processamento e manuseio do material, possível contaminação das provas ou alteração indevida — estão sendo omitidos ou ainda não estão disponíveis oficialmente.


2. Há imagens de Tyler Robinson (o principal suspeito) caminhando de um modo estranho e compatível com o andar de alguém que estaria "com um fuzil escondido dentro das calças" (!!!), porém, até o momento, nenhuma imagem mostra o suspeito portando a arma.


O suspeito Tyler Robinson
O suspeito Tyler Robinson

3. Foram encontrados cápsulas e balas com frases inscritas relacionadas a memes, porém não há nenhuma prova balística que relacione esse material encontrado ao disparo que matou Kir. O ex-agente especial do FBI, Jody Weis, chegou a perguntar: “Quando irão demonstrar a ligação entre a bala que matou Charlie Kirk e aquele fuzil específico?


4. Não está claro se Robinson desmontou o fuzil (conforme relatado) e montou novamente (!?) só para largá-lo perto da cena do crime, enrolado em uma toalha, e por que ele faria isso.


5. Inicialmente, descreveram o atirador, num áudio gravado da comunicação policial por rádio, como alguém "vestido de preto e portando equipamento tático", com "capacete e máscara", descrição esta que não bate com os fatos.


Além disso, o diretor do FBI, Kash Patel (amigo de Kirk), tem sido alvo de duras críticas pela forma como vem conduzindo o caso. Ele afirmou que existia uma anotação escrita a mão na qual Robinson afirmava sua intenção de matar Kirk, mas admitiu que ela foi destruída. Patel insistiu que "evidências periciais" confirmam o conteúdo da suposta anotação manuscrita por meio da abordagem agressiva do FBI nos interrogatórios pertinentes ao caso (seja lá o que isso signifique!); mas quem destruiu esse manuscrito e se existe alguma documentação paralela que prove sua existência — como uma cópia ou fotografia — é algo permanece sem resposta. A falta de transparência no caso naturalmente aumenta os questionamentos sobre a investigação.


Além de tudo isso, vale lembrar que, quando questionado no Congresso à respeito da rede de tráfico sexual de Jeffrey Epstein, Kash Patel alegou que Epstein traficava mulheres jovens e meninas menores de idade "para si mesmo", como se o bilionário cafetão tivesse vivido em completo isolamento. A alegação é tão absurda que não é de se admirar que a investigação do FBI sobre o caso Kirk também esteja sendo questionada.


O próprio FBI, junto com o Serviço Secreto, ainda está se recuperando de acusações de incompetência — ou coisa pior — referente às (....)


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