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O magnífico desfile da Imperatriz Leopoldinense



Que enredo bem desenvolvido e emocionante da Imperatriz! Desfile magnífico. E digo isto mesmo sem ter grande simpatia pela tradicional escola de Ramos. Literatura de Cordel na Avenida, com a bateria e o samba de enredo fazendo menções a ritmos nordestinos. Retrataram rapidamente o cangaço e a morte do bando de Lampião. O cangaceiro desce ao submundo mas não é aceito no inferno por Satanás. Sobe então aos céus, onde tem um debate ferrenho com São Pedro. É expulso das portas do Paraíso por uma quadrilha junina formada por santos, em que se destacam São Francisco, São Benedito e Nossa Senhora. Pede ajuda ao Padim Ciço, mas não tem jeito. A solução é sair de lá num zeppelim na companhia do Zé Pelintra das Encantarias. No fim, o carnavalesco mostra o destino de Lampião: 'renascer' ou 'reencarnar' na arte nordestina: na sanfona de Luiz Gonzaga, nos mamelungos, nos cordéis, no artesanato de Mestre Vitalino. Pra completar, no último carro veio ''a herdeira do cangaço'', a filha de Lamião: Expedita Ferreira, 90 anos de idade. É isso, Leandro, é sobre isso! Muito obrigado!


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