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A demolição de Bolsonaro


Bolsonaro sextou sem poder mais usar redes sociais, se aproximar de Embaixadas, se comunicar com Eduardo e diplomatas, obrigado a usar tornozeleira eletrônica e a permanecer em casa durante a noite.


São medidas restritivas de liberdade.


O cerco vai apertar gradualmente até o inevitável xilindró com sentença de cerca de 40 anos de prisão. Eduardo também não poderá mais colocar os pés no país, sob pena de ser encarcerado.


O próximo é Fĺavio, que também faz parte da articulação.


Tudo, claro, não só legítimo como necessário, já que o clã pirou na batatinha, e de patriotas de araque, se abraçaram a uma desbragada e vexaminosa traição à Pátria.


Gente assim tem que ser feita de exemplo. Bonecos de Bolsonaro têm de ser espalhados pelas praças do Brasil afora, e as crianças, ensinadas a "malhar o novo Judas".



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Claro que faço também uma pequena "dancinha da vitória". Aviso sobre a natureza de Bolsonaro há quase dez anos e digo, há anos, que ele seria trancafiado, não por seus méritos, mas por seu fracasso como político e como pessoa.


No início de 2019, palestrei analisando as principais forças por trás do governo Bolsonaro. Na ocasião, afirmei que o núcleo era dominado por um sionismo tipicamente importado dos EUA e mesclado ao neoliberalismo.


Nada disso tem a ver com qualquer apoio a Alexandre de Moraes, ao semipresidencialismo tutelado pelo STF, nem muito menos a esse ser tenebroso e catastrófico que é Lula. A questão sempre foi e continua sendo o entreguismo nefasto que está no coração do bolsonarismo.


Assistir o vídeo de ontem, de Eduardo Bolsonaro, é a milésima confirmação dessa análise. O novo Calabar associava Celso Amorim e Alckmin aos Houthis e ao Hamas e pedia para que judeus no Itamaraty e no Congresso —no caso, Alcolumbre — se unissem aos seus esforços para submeter o Brasil aos ditames de Trump. Ou seja, pedia mais um golpe contra o governo em curso baseado em uma solidariedade sionista.


A sordidez dessa gente está nesse nível. É uma mentalidade abjeta, corrompida, e que inaugura uma nova fase da nossa degeneração nacional. Aquela em que agentes do imperialismo agem à luz do dia, publicamente, e com mandatos, tudo diante de nossas barbas espantadas.

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