A demolição de Bolsonaro
- André Luiz V.B.T. dos Reis

- 18 de jul.
- 2 min de leitura
Bolsonaro sextou sem poder mais usar redes sociais, se aproximar de Embaixadas, se comunicar com Eduardo e diplomatas, obrigado a usar tornozeleira eletrônica e a permanecer em casa durante a noite.
São medidas restritivas de liberdade.
O cerco vai apertar gradualmente até o inevitável xilindró com sentença de cerca de 40 anos de prisão. Eduardo também não poderá mais colocar os pés no país, sob pena de ser encarcerado.
O próximo é Fĺavio, que também faz parte da articulação.
Tudo, claro, não só legítimo como necessário, já que o clã pirou na batatinha, e de patriotas de araque, se abraçaram a uma desbragada e vexaminosa traição à Pátria.
Gente assim tem que ser feita de exemplo. Bonecos de Bolsonaro têm de ser espalhados pelas praças do Brasil afora, e as crianças, ensinadas a "malhar o novo Judas".

Claro que faço também uma pequena "dancinha da vitória". Aviso sobre a natureza de Bolsonaro há quase dez anos e digo, há anos, que ele seria trancafiado, não por seus méritos, mas por seu fracasso como político e como pessoa.
No início de 2019, palestrei analisando as principais forças por trás do governo Bolsonaro. Na ocasião, afirmei que o núcleo era dominado por um sionismo tipicamente importado dos EUA e mesclado ao neoliberalismo.
Nada disso tem a ver com qualquer apoio a Alexandre de Moraes, ao semipresidencialismo tutelado pelo STF, nem muito menos a esse ser tenebroso e catastrófico que é Lula. A questão sempre foi e continua sendo o entreguismo nefasto que está no coração do bolsonarismo.
Assistir o vídeo de ontem, de Eduardo Bolsonaro, é a milésima confirmação dessa análise. O novo Calabar associava Celso Amorim e Alckmin aos Houthis e ao Hamas e pedia para que judeus no Itamaraty e no Congresso —no caso, Alcolumbre — se unissem aos seus esforços para submeter o Brasil aos ditames de Trump. Ou seja, pedia mais um golpe contra o governo em curso baseado em uma solidariedade sionista.
A sordidez dessa gente está nesse nível. É uma mentalidade abjeta, corrompida, e que inaugura uma nova fase da nossa degeneração nacional. Aquela em que agentes do imperialismo agem à luz do dia, publicamente, e com mandatos, tudo diante de nossas barbas espantadas.




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